Aqui na Superare, um Bot é mais do que um projeto: é uma relação de longo prazo com nossos parceiros e seus clientes.


Imagem de um celular na perspectiva com vários balões de chat saindo da tela

Se você assistiu a “Her”, filme de Spike Jonze com Scarlett Johansson, pode imaginar o que é um Bot de cinema. Na vida real a coisa é parecida, só que menos sensual.

Chatbot é um atendimento, serviço ou produto em forma de diálogos e interações com o usuário.

Os Bots rodam em plataformas como Messenger, sites, Twitter e Google Assistant e têm como base o
Cell

Personalize a sua comunicação da maneira mais dinâmica e eficiente.


Imagine que o usuário entrou em um site de calçados às 9h pelo seu celular. Às 14h17, fez o login pelo desktop, mas acabou adquirindo o produto só às 18h. Através do Cell, conseguimos mapear todo esse caminho e muito mais: identificar o nome do cliente, sexo, informações pessoais, horário em que está on-line e hábitos gerais de consumo.

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, nossa plataforma exclusiva de coleta de eventos para análise de comportamento de usuários.
Imagem com um celular com várias mensagens saindo da tela

Veja alguns benefícios oferecidos:

  • Permitem a união da linguagem natural com recursos multimídia.
  • Podem ser turbinados por uma inteligência artificial que entende a intenção do usuário e aprende ao longo do tempo.
  • Não exigem instalação, pois já estão onde as pessoas passam a maioria do seu tempo conectadas.
  • Têm potencial de se tornarem mais humanos e personalizados que outros serviços de atendimento remoto.
Imagem de vários circuitos no formato de um cérebro

Falando assim parece fácil. Na verdade, para conceber e manter um Chatbot é preciso muito trabalho humano e know-how para:

  • Definir fluxos, jornadas, regras de interação, testes e ajustes de rotas.
  • Entender o contexto para saber lidar com o interlocutor em todos os pontos de contato.
  • Prezar pela coerência, cruzando a personalidade do Bot com seu propósito e o tom de voz da marca.
  • Desenvolver infraestrutura e treinar inteligências artificiais como LUIS (Microsoft), Watson (IBM) e Dialog Flow (Google).
  • Implementar melhorias constantes e tomar decisões estratégicas baseadas em análises de logs e dados.